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COTAÇÃO DE PREÇOS n° 01/2014
AVISO DE PRORROGAÇÃO

O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna pública para conhecimento dos interessados a prorrogação do prazo de encerramento da Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a) Desenvolvimento de Termo de Referencia para credenciamento da Rede Certsol abrangendo as 3 metodologias de certificação e credenciamento de  consultores especialistas; e b) Elaboração de estudo e proposta de adequação  dos mecanismos de certificação de “fair trade towns” ao SCJS, no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência.
 
Com a prorrogação o novo período para recebimento das propostas vigora entre os dias 31 de março de 2014 e 25 de abril de 2014.

A presente prorrogação será publicizada no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br, devendo ser considerado a partir da publicação o cronograma a seguir:

Lançamento Edital no portal do Convênio (SICONV) e no endereço www.facesdobrasil.org.br - 31/03/2014
Data de abertura do SICONV para cadastro de propostas - 31/03/2014
Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar -25/04/2014 (até 14 horas)
Divulgação do Resultado do Edital de Seleção - 25/04/2014
Prazo para interposição de eventual recurso em relação ao resultado da seleção - 30/04/2014
Prazo para resposta final aos recursos interpostos - até 02/05/2014
Publicação e homologação do resultado final .    até 05/04/2014

Os interessados em participar da presente Seleção poderão acessar na íntegra o Termo de Referência no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br. Dúvidas com relação a esta Cotação poderão ser dirigidas à equipe do Faces do Brasil pelo seguinte telefone: (21) 2220 3379, nos dias úteis das 10 às 16 horas ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Rio de Janeiro, 15 de abril de 2014

Aparecido Alves de Souza
Presidente do Conselho de Gestão
Faces do Brasil
 
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COTAÇÃO DE PREÇOS n° 02/2014
AVISO DE PRORROGAÇÃO

O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna pública para conhecimento dos interessados a prorrogação do prazo de encerramento da Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a elaboração de  a) termo de referência para reconhecimento de pontos fixos de comercilaização; b) estudo de subsidio e  elaboração de termo de referência para contrato de base justa e solidária; c) identidade visual para produtos e estabelecimentos comerciais credenciados para o SCJS no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência.

Com a prorrogação o novo período para recebimento das propostas vigora entre os dias 31 de março de 2014 e 25 de abril de 2014.

A presente prorrogação será publicizada no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br, devendo ser considerado a partir da publicação o cronograma a seguir:

Lançamento no portal do Convênio - SICONV e no endereço www.facesdobrasil.org.br - 31/03/2014
Data de abertura do SICONV para cadastro de propostas - 31/03/2014
Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar - 25/04/2014 (até 14 horas)
Divulgação do Resultado do Edital de Seleção - 25/04/2014
Prazo para interposição de eventual recurso voluntário, no caso de irresignação por parte dos proponentes em relação ao resultado da seleção - 30/04/2014
Prazo para resposta final aos recursos interpostos - 02/05/2014
Publicação e homologação do resultado final - Até 05/04/2014

Os interessados em participar da presente Seleção poderão acessar na íntegra o Termo de Referência no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br. Dúvidas com relação a esta Cotação poderão ser dirigidas à equipe do Faces do Brasil pelo seguinte telefone: (21) 2220 3379, nos dias úteis das 10 às 16 horas ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Rio de Janeiro, 15 de abril de 2014

Aparecido Alves de Souza
Presidente do Conselho de Gestão
Faces do Brasil
 
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COTAÇÃO DE PREÇOS n° 03/2014
AVISO DE PRORROGAÇÃO

O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna pública para conhecimento dos interessados a prorrogação do prazo de encerramento da Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a elaboração de materiais pedagógicos para sensibilização dos diversos públicos do projeto (Empreendimentos Econômicos Solidários, Gestores de Políticas Públicas em Economia Solidária, Organismos de Avaliação de Conformidade – OACs e Sociedade em Geral) para o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário - SCJS, no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência.
 
Com a prorrogação o novo período para recebimento das propostas vigora entre os dias 31 de março de 2014 e 25 de abril de 2014.

A presente prorrogação será publicizada no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br, devendo ser considerado a partir desta publicação o cronograma a seguir:

Lançamento no portal do Convênio - SICONV e no endereço www.facesdobrasil.org.br - 31/03/2014
Data de abertura do SICONV para cadastro de propostas - 31/03/2014
Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar - 25/04/2014 (até 14 horas)
Divulgação do Resultado do Edital de Seleção - 25/04/2014
Prazo para interposição de eventual recurso em relação ao resultado da seleção - 30/04/2014
Prazo para resposta final aos recursos interpostos - até 02/05/2014
Publicação e homologação do resultado final - até 05/04/2014

Os interessados em participar da presente Seleção poderão acessar na íntegra o Termo de Referência no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br. Dúvidas com relação a esta Cotação poderão ser dirigidas à equipe do Faces do Brasil pelo seguinte telefone: (21) 2220 3379, nos dias úteis das 10 às 16 horas ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .


Rio de Janeiro, 15 de abril de 2014

Aparecido Alves de Souza
Presidente do Conselho de Gestão
Faces do Brasil
 
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COTAÇÃO DE PREÇOS n° 01/2014
EDITAL DE ABERTURA

O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna pública para conhecimento dos interessados a abertura de Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a elaboração de a) Desenvolvimento de Termo de Referencia para credenciamento da Rede Certsol abrangendo as 3 metodologias de certificação e credenciamento de  consultores especialistas; e b) Estudo e proposta de adequação  dos mecanismos de certificação de “fair trade towns” ao SCJS, no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência. As propostas serão recebidas entre os dias 31 de março de 2014 e 15 de abril de 2014.

A presente Seleção será publicizada por meio de Cotação Eletrônica no SICAF - Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores do Governo Federal e no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br,  conforme o cronograma a seguir:

Lançamento do Edital no portal do Convênio - SICONV e no endereço www.facesdobrasil.org.br - 31/03/2014
Data de abertura do SICONV para cadastro de propostas - 31/03/2014
Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar - 15/04/2014 às 12h
Divulgação do Resultado do Edital de Seleção - 15/04/2014
Prazo para interposição de eventual recurso voluntário, no caso de irresignação por parte dos proponentes em relação ao resultado da seleção - 20/ 04 /2014
Prazo para resposta final aos recursos interpostos - 23/ 04 /2014
Publicação e homologação do resultado final - 24/ 04 /2014

As condições , quantidades e exigências da presente Cotação estão definidas no Termo de Referência anexo a este edital.

Os interessados em participar da presente Seleção poderão acessar na íntegra o Termo de Referência no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br. Dúvidas com relação a esta Cotação poderão ser dirigidas à equipe do Faces do Brasil pelo seguinte telefone: (21) 2220 3379, nos dias úteis das 10 às 16 horas ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Rio de Janeiro,  31 de março de 2014
 
 
Aparecido Alves de Souza
Presidente do Conselho de Gestão
Faces do Brasil

Para acessar o TR e os anexos, copie os link abaixo e cole em seu navegador

TR Edital 01/2014:
https://drive.google.com/file/d/0B8qAXQiv8hEiSWloS1BnUmN4YnM/edit?usp=sharing

Anexos:
https://drive.google.com/file/d/0B8qAXQiv8hEid1JwbGlMd2RRT0U/edit?usp=sharing
 
COTAÇÃO DE PREÇOS n° 02/2014 - EDITAL Imprimir E-mail

 

COTAÇÃO DE PREÇOS n° 02/2014
EDITAL DE ABERTURA

O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna público para conhecimento dos interessados a abertura de Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a elaboração de elaboração de  a) termo de referência para reconhecimento de pontos fixos de comercilaização; b) estudo de subsidio e  elaboração de termo de referência para contrato de base justa e solidária; c) identidade visual para produtos e estabelecimentos comerciais credenciados para o SCJS, no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência. As propostas serão recebidas entre os dias 31 de março de 2014 e às 12:00 horas do dia 15 de abril de 2014.

A presente Seleção será publicizada por meio de Cotação Eletrônica no SICAF - Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores do Governo Federal e no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br,  conforme o cronograma a seguir:

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Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar - 15/04/2014 às 12h
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Prazo para interposição de eventual recurso voluntário, no caso de irresignação por parte dos proponentes em relação ao resultado da seleção.     20/ 04 /2014
Prazo para resposta final aos recursos interpostos - 23/04/2014
Publicação e homologação do resultado final - 24/04/2014


As condições , quantidades e exigências da presente Cotação estão definidas no Termo de Referência anexo a este edital.


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Aparecido Alves de Souza

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Anexos: 

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COTAÇÃO DE PREÇOS n° 03/2014 - Material de Apoio - ANEXO TERMO DE REFERÊNCIA Imprimir E-mail
COTAÇÃO DE PREÇOS n° 03/2014
EDITAL DE ABERTURA


O Fórum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ nº. 07.420.337/0001-05, com base no Convênio 057/2012 – Siconv nº 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego nos termos do Decreto 6.170 de 2007 e da Portaria Interministerial 507 de 2011 torna público para conhecimento dos interessados a abertura de Cotação Prévia de preços para a contratação de serviço especializado para a elaboração de materiais pedagógicos para sensibilização dos diversos públicos do projeto (Empreendimentos Econômicos Solidários, Gestores de Políticas Públicas em Economia Solidária, Organismos de Avaliação de Conformidade – OACs e Sociedade em Geral) para o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário - SCJS, no âmbito do projeto “Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário” conforme as condições, critérios e prazos fixados no presente Termo de Referência. As propostas serão recebidas entre os dias 31 de março de 2014 e às 12:00 horas do dia 15 de abril de 2014.
A presente Seleção será publicizada por meio de Cotação Eletrônica no SICAF - Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores do Governo Federal e no endereço eletrônico www.facesdobrasil.org.br,  conforme o cronograma a seguir:

 Lançamento do Edital no portal do Convênio - SICONV e no endereço www.facesdobrasil.org.br. 31/03/2014
 Data de abertura do SICONV para cadastro de propostas      31/03/2014
Data final para recebimento da proposta e da documentação complementar

15/04/2014
às 12h

 Divulgação do Resultado do Edital de Seleção15/04/2014
 Prazo para interposição de eventual recurso voluntário, no caso de irresignação por parte dos proponentes em relação ao resultado da seleção      20/04/2014
 

Prazo para resposta final aos recursos interpostos
 23/04/2014
 Publicação e homologação do resultado final  24/04/2014
 
As condições , quantidades e exigências da presente Cotação estão definidas no Termo de Referência anexo a este edital.
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Rio de Janeiro,  31 de março de 2014

Aparecido Alves de Souza
Presidente do Conselho de Gestão
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Relações Norte-Sul e Sul- Sul no Comércio Justo: Desafios e Perspectivas Imprimir E-mail

 

Comércio Justo e Economia Solidária

 

 Rosemary Gomes[1]  ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

 

 

O comércio justo está baseado na sua história na exportação sul-norte e acreditamos que deve ultrapassar esse limite de origem.  Se apoiando nos seus princípios fundadores de cooperação internacional o Comércio Justo  deve avançar promovendo o desenvolvimento de mercados internos justos e solidários e relações comerciais regionais sul-sul.

Seu potencial como  um sistema de relações comerciais diferenciadas onde a busca de relações com mais justiça, eqüidade e ética são centrais,  pode e deve ser ampliado.

Devemos enfrentar a necessidade de ampliar e revisar vários pontos (políticos e operativos) dessas relações do atual modelo “Fair Trade” Sul-Norte . Este  deve se atualizar reconhecendo o movimento da economia solidária mundial  como potencial de articulação de inúmeras  iniciativas  econômicas associativas e cooperativas,  redes sócio-produtivas de comércio comunitário, economia familiar e comércio solidário,  todas elas  bases dessa nova Economia :  A Economia Solidária.

O Comércio Justo deverá cada vez mais  fortalecer  as organizações econômicas coletivas,  com foco nos territórios, na segurança alimentar, se queremos ser conseqüentes com um projeto de  mudança por outro tipo de desenvolvimento sustentável e democrático no mundo.  O modelo de Comércio Justo  sul-norte deve ser antes de tudo de complementação alimentar, cooperação e colaboração entre nossos países, seus produtores  e consumidores  responsáveis e conscientes sabedores de que para erradicar a fome no mundo o central será uma redistribuição dos alimentos, apoio a agricultura familiar em sistemas agroecológicos  e  políticas públicas de segurança e soberania alimentar. O famoso preço justo será uma conseqüência dessas novas relações de co-responsabilidade e antes de tudo um meio para melhorias de condições de vida e bem estar coletivos, nunca um fim em si mesmo.

 

 

 

Comércio Justo e Solidário e Regulação do Comércio Internacional

 

o comércio justo e solidário não pode ele unicamente constituir uma resposta ao conjunto das perguntas do subdesenvolvimento. Com efeito, o comércio justo e solidário refere-se apenas à uma pequena parcela do comércio internacional. A sua contribuição para o desenvolvimento sustentável será determinante apenas na medida em que será uma base para mudanças mais globais e mais profundas do funcionamento do comércio mundial. Certos atores do comércio justo e solidário privilegiam regulações econômicas através do desenvolvimento de sistemas de certificação. Apostam sobre o fato de um crescimento notável da demanda dos consumidores para produtos certificados do comércio justo e solidário que permitirá fazer pressão sobre as empresas multinacionais e da distribuição de modo que alterem as suas políticas comerciais. Outros atores do comércio justo e solidário, entre eles Artesões do Mundo na França e Faces do Brasil no Brasil, duvidam fortemente que as empresas multinacionais possam adotar atitudes éticas sem a existência de normas e regulações de tipo político, que implicam uma limitação da produção e os volumes de exportação. Geralmente, apostamos mais sobre a mobilização de organizações e de cidadãos para exigir a instauração de novas regulações e mudanças nas regras no comércio internacional.

 

 

Comércio Justo e Solidário e Soberania Alimentar

 

O comércio justo e solidário refere-se hoje essencialmente aos produtos de exportação dos países do Sul para os países do Norte. Não tem nenhum efeito para o preço dos produtos alimentares dos agricultores dos países do Sul, que não são comercializados nos países do Norte, mas que, em contrapartida, sofrem a concorrência dos cereais, as carnes e os produtos lácteos produzidos nos países do Norte. Este dumping dos países do Norte, mas também o dumping social dos latifúndios de diversas regiões do mundo que exploram a sua mão-de-obra assalariada tem um impacto dramático no nível dos preços dos produtos alimentares básicos produzidos pelos agricultores familiares dos paises do Sul. A melhoria do nível de preços pagos aos produtores por estes produtos alimentares pode ser favorecida pelo desenvolvimento do comércio justo e solidário Sul-Sul, como poderemos observar a médio prazo numa pequena escala em certos países como o Brasil. Mas implica principalmente o reconhecimento do direito à soberania alimentar, ou seja do direito dos Estados e os conjuntos regionais de efetuarem políticas autônomas de proteção do seu mercado interno e a regulação dos preços agrícolas sobre este mercado. O direito à soberania alimentar deve ser reconhecido a nível internacional pelos organismos multilaterais, o que implica também a mobilização de organizações e de cidadãos a nível global. Agir em favor  de um comércio justo e solidário para os produtos excedentes destinados a exportação dos países do Sul e  agir para o reconhecimento do direito à soberania alimentar constituem por conseguinte duas bandeiras / causas complementares que visam nomeadamente favorecer uma justa remuneração do trabalho na sociedade, condição de um desenvolvimento sustentável dos países do Sul.  Mais que complementares, estas causas  são inseparáveis, porque a viabilidade sobre o longo prazo de um sistema global  de  comércio justo e solidário para os produtos de exportação será possível apenas se os camponeses receberem uma justa remuneração para as produções alimentares ligados ao reconhecimento do direito à soberania alimentar. De forma um pouco distinta o respeito a interculturalidade e as características de origem  dos produtos artesanais.

No modelo atual de comércio justo norte-sul também se corre o risco de incentivar a monocultura quando somente foca o acesso ao mercado internacional de exportaçao (ex. flores na India e Colombia, produtos de comoddties cafe, cacau, etc..), o que a médio prazo  seria um desastre para a população em especial dos países do sul em nome do aumento de renda poderiamos estar contribuindo para maiores desequilíbrios sociais, culturais e ambientais. 

Nosso desafio é  conseguir a integração local, a diversificação da produção familiar, modificar a legislaçao para as compras públicas e o  peso político através das redes de economia solidária.

      Devemos estar sempre atento(as) para as possibilidades de assimilação do comércio justo pelo sistema capitalista, que deixa em segundo plano o objetivo de transformação social, porém isso não pode impedir o avanço de laços de solidariedade e cooperação na busca de alternativas para os setores da pequena produção.

 

 

 

 

Contribuindo para as mudanças mais globais do Comércio Mundial

 

 

O comércio justo e solidário constitui numa uma oportunidade para sensibilizar as populações do Norte e do Sul para os mecanismos do comércio internacional injusto  e mostrar que outras relações comerciais entre o Sul e o Norte são possíveis. Pode contribuir para aumentar as pressões sobre os poderes e as forças políticas dos diferentes países, com o propósito da instauração de um sistema econômico mundial alternativo ao sistema atual. Do mesmo modo, na medida em que o comércio justo e solidário permite melhorar a situação econômica dos produtores, o seu nível de organização e a sua reflexão, pode igualmente aumentar a sua capacidade de responder as outras perguntas, a nível local, nacional e mundial. Compete hoje aos atores do comércio justo e solidário  contribuir para construir as mobilizações cidadãs necessárias para que a sua experiência concreta de economia solidária possa ser uma alavanca para transformações mais globais das regras do jogo da economia, nomeadamente das trocas internacionais e, em fim da conta, o desenvolvimento sustentável do planeta.

 

Desenvolver alianças entre atores da economia social e solidária de modo que estas alternativas tenham um peso real é necessário. Com efeito, todos os atores da economia social e solidária reencontram-se, com as suas especificidades, sobre os mesmos valores: ação sobre um território e responsabilização dos atores (assalariados, voluntários, assessores, gestores eleitos). Demonstram uma real complementaridade. Presentes na produção ou o consumo, nos sectores do financiamento, podem trazer alternativas concretas  sabendo que as alternativas políticas e econômicas são inseparáveis. É por isso que, as organizações da economia social e solidária devem desenvolver hoje uma sinergia comum em redor de dois eixos:

 

· uma estratégia de desenvolvimento econômico mais forte

· uma estratégia de interpelação/incidência política

 

Mas para além das alianças entre os atores da economia social e solidária, é necessário construir uma aliança ampla com os demais movimentos do campo altermundialista e confluir as alternativas sociais e econômicas.

 

 

 

Uma leitura atualizada dos princípios fundadores do Comercio Justo Sul-Norte (ou Norte –Sul como é mais conhecido)

 

Solidaridade, cooperação, reciprocidade

Democracia participativa no economico

Justa distribuição da riqueza produzida

Desenvolvimento local sustentável

Transparência organizacional e financeira

Critica do  comércio internacional e  proposições alternativas

 

Portanto, o  Comércio Justo não é somente comércio. É também :

 

Uma inovação social e econômica

Organização e  empoderamento dos  pequenos produtores,  artesões e prestadores de serviços rurais e urbanos

Desenvolvimento sustentável (social, econômico e ambiental)

Educação dos consumidores

Pressão sobre  os dirigentes políticos e de empresas  para  mudar as regras do comércio internacional

 

Sobretudo,  o  Comércio Justo é um movimento da sociedade civil mundial:

 

Mas de um milhão de produtores no Sul, organizados em estruturas muito diversas

Mas de 100 000 assalariados e voluntários no  Norte; organizações de comercialização (importadores, exportadores, redes de lojas especializadas …) criadas pelos militantes associados , ONGs e  agências de financiamento ; organismos de certificação / avaliação de conformidades ; milhões de consumidores solidários/criticos/responsaveis

 

O Comércio Justo Norte-Sul no mundo, algumas cifras atuais :

 

Vendas totais em 2004 : 1,3 bilhões de €uros

Crescimento : 20%  em média (2001-2004)

Principais mercados : Europa (50%) e EUA

Principais produtos : café (50%), bananas, chá, chocolate, sucos de fruta, …

Principal canal de distribuição : hiper e  supermercados (70%)

 

 

 

Concordando com Palma Torres[2] verificamos a co-existência de dois modelos, duas estratégias distintas sendo traçadas atualmente no ambito do movimento do comércio justo a nivel mundial, elas podem ser vistas em proporções e escalas diferentes tanto nos paises do norte como nos do sul :

 

O modelo de «inserção dos produtores do  Sul nos mercados do Norte» - chamado nicho de mercado

 

O  modelo de «economia solidária»

 

O modelo « inserção » :  estratégia e práticas

 

 

Estratégia :

Integrar a lógica de mercado e promover o consumo de massa

Criar a demanda com grandes campanhas de comunicação

Centrar a mensagem na solidariedade Norte-Sul

Lograr que os grandes supermercados vendam produtos de CJ

 

Praticas prioritárias :

Criação de estandartes e certificação dos produtos

Grandes campanhas de comunicação

Lobbying sobre os governos para criar e sustentar esse  mercado

 

As forças  desse modelo «inserção» seriam:

 

Lógica do mercado e consumo de massa

Sistema de certificação centralizado

Sistema de selo descentralizado

Notoriedade internacional

Mercado com forte expansão :

       20% de crescimento anual

Este modelo é dominante (70% do CJ) :

       No Norte, é o mercado de nicho mas dinâmico

       No Sul, permite acesso ao  mercado para os  produtores

 

 

As tensões do modelo «inserção»

 

Econômicas : crise da demanda / sobreprodução

Comerciais : pequenos produtores / grandes empresas (plantações, industriais, de distribuição)

De regulação : privada / pública

Culturais:  transparência / segredo comercial

De alianças : organizações da sociedade civil / grandes empresas

Ética: lógica de solidariedade/ lógica de mercado

 

 

 

O modelo «economia solidária» : estratégia e práticas

 

Estrategia :

construir um movimento internacional de Comércio Justo, com redes de produtores e de lojas de Comércio Justo

educar para a cooperação, a solidariedade, o consumo responsável

criar alianças sociais e políticas (nacionais e internacionais)

pressionar para mudar as regras do comércio mundial (prioridade  para os  direitos humanos e  a  defesa do meio ambiente)

 

Práticas prioritárias :

venda em redes de lojas solidárias especializadas

educação para o consumo responsável  e a economia solidária

incidência sobre políticas públicas

 

As forças do modelo « economia solidária » :

 

Apóia-se  nos  movimentos da sociedade civil

Está presente nas  organizações de pequenos produtores e nas  redes de lojas especializadas

É referência para os valores e princípios do Comércio Justo

Atua em outras esferas além da econômica/mercado: ex. educação cidadã  e  campanhas de pressão

Busca criar e fortalecer cadeias produtivas de Comércio Justo

Constrói alianças internacionais para novas formas de regulação no comercio internacional

Preserva a lógica da solidariedade do Comércio Justo (ajuda mútua, cooperação, complementaridade, reciprocidade)

 

 

As tensões do  modelo  «economia solidária»

 

Economicas : trabalho voluntário / trabalho assalariado

Comerciais : rede profissional / rede militante  (insuficiente capacidade de venda)

Sobre a garantia : certificação de produtos / avaliação de organizações/credenciamento de lojas

Culturais : formas de cooperação internacional Norte-Sul / revisão dos padrões de consumo no norte e no sul/ respeito a identidades culturais

De alianças : papeis das assessorias - ONGs / interesses especificos  de organizações de produtores/ sindicatos/outros movimentos sociais campesinos (ex.autoconsumo;  soberania alimentar)

 

 

 

 

Os atores novos do Comércio Justo :

 

as grandes empresas (produção, distribuição)

pequenas e médias empresas de distribuição de produtos oriundos do comercio justo

os poderes públicos

as organizações de consumidores

os atores do mundo orgânico (produção,  certificação)

novas alianças, ex. Ecofair trade, campanhas como do comércio com justiça; iniciativas supra nacionais (ex. nos marcos da Alba e Mercosul)

 

Reforço dos atores tradicionais:

mais autonomia das redes de pequenos produtores

consolidar as redes no Sul

profissionalização das lojas de Comércio Justo

 

O  futuro : Que sentido dar ao Comércio Justo ?

 

Interroga-se sobre o sentido do Comércio Justo, sobre suas finalidades no futuro.

       Duas hipoteses possiveis de serem tratadas :

 

1) Consolidação do modelo « inserção no mercado »  (a tendência  em curto prazo) com duas possibilidades :

 

-          « Comércio Ético » - Responsabilidade Social Empresarial – respeito das  normas da OIT

 

       -    argumento de marketing para desenvolvimento do nicho comercial

 

2)    Desenvolver o Comércio Justo como parte da Economia Solidária

 

üAlargar os objetivos e os valores iniciais

üArticular as redes de Comércio Justo entorno de uma  estratégia comum

üDefinir uma plataforma política para reformulação das regras do Comércio Internacional

üConstruir confluências e alianças necessarias com outras redes e movimentos sociais na construção de novos mercados solidários locais, regionais e internacionais...

 

 

 

Entre valores do comércio justo e forças do mercado, seguir transformando as práticas !

 

Algumas proposições :

 

Afirmar o protagonismo dos produtores e dos consumidores

Relocalizar o Comércio Justo ao serviço do desenvolvimento local sustentável  (Sul-Sul, Norte-Norte, Sul-Norte)

Definir normas para a redistribuição do valor agregado em toda cadeia produtiva

Definir normas para a comercialização (lojas especializadas, feiras e supermercados)

Adaptar as técnicas de certificação as realidades locais e regionais

Promover  a criação de instâncias públicas de regulação do comércio justo garantindo direitos (DESC)

Politicas afirmativas para grupos mais afetados (mulheres ) e criando alternativas para a juventude aliando cultura –economia (hip hop, circo social – novos produtos e serviços como discos,  etc.....  )

Dar verdadeira prioridade às mudanças nas regras do Comércio Internacional

 

Agenda Estratégica para América Latina

Levantar os elementos necessários para construirmos uma agenda comum de desenvolvimento  solidário na  região

Superar uma agenda de eventos com uma agenda de processos destinados a alcançar os objetivos compartilhados num plano de trabalho regional

Priorizar ações comuns supra nacionais que promovam uma maior complementaridade destinadas a superar as desigualdades  e desequilíbrios regionais.

 

 

Sítios Internet para mais informações :

 

Plataforma FACES do BRASIL de Comércio Justo e Solidário

www.facesdobrasil.org.br

 

Rede Intercontinental de Promoção da  Economía Social e Solidária – RIPESS

www.ripess.net

 

Fórum  Brasileiro de Economia Solidária

www.fbes.org.br

 



[1]              Socióloga , Coordenadora Geral da Plataforma FACES do Brasil, Especialista em Políticas Públicas  de Economia Solidária e Comércio Justo e Solidário.

[2]              Arturo Palma Torres – socioeconomista , consultor internacional de comércio justo, economia solidária e desenvolvimento local

 
Conselho Gestor se reune dias 02 e 03 de setembro no Escritório do FACES no Rio Imprimir E-mail

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Duas pessoas que sentimos falta no Seminário Mundial de Comércio Justo e Solidário de Maio 2013 Imprimir E-mail

 

 

Trio de amigos Rubem Tapia e Padre Graciano (MCCH/ RELACC Equador)  

na foto do Encontro Internacional no ano de 2008 acompanhados de Juan

Carlos de Asserbolsem - Bolívia

 
Festival ALIMENTERRE Imprimir E-mail

Balanço da Edição 2012 do festival ALIMENTERRE

  Os resultados  do encontro desta sexta edição do festival ALIMENTERRE foram: mais de 36 mil participantes, 660 projeções e debates organizados com  600 organizações/parceiros locais de CFSI,  mobilizados em toda a França, mas também ocorrendo simultaneamente em outros 10 países na Europa e na África Ocidental . Para mais detalhes sobre o festival na sua edição de 2012 (Plataforma FACES), ver o relatório de balanço no link em francês. Neste link tb pode encontrar fotos de eventos de 2012 na galeria de fotos.


 http://www.festival-alimenterre.org/sites/www.cfsi.asso.fr/files/bilan-festival-2012-web.pdf
 

Google Tradutor

 Les résultats sont au rendez-vous pour cette 6ème édition du festival ALIMENTERRE : plus de 36 000 spectateurs, 660 projections-débats organisés, 600 acteurs locaux mobilisés dans en France mais aussi dans 10 pays d’Europe et d’Afrique de l’Ouest. Pour plus de détails sur le festival 2012, voir le bilan. Et retrouvez des images des évènements 2012 dans la galerie photos.

http://www.festival-alimenterre.org/sites/www.cfsi.asso.fr/files/bilan-festival-2012-web.pdf

 
Seleção de profissional para atuar como Recepcionista Bilíngue Imprimir E-mail

CONVENIO MTE/SENAES SICONV N. 774488/2013

 

Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário

 Edital FACES do BRASIL 14/2013 

         Seleção de profissional para atuar como Recepcionista Bilingue durante a Semana Mundial do Comércio Justo  e Solidário.

  

1.    O Forum de Articulação do Comércio Ético e Solidário – FACES do Brasil, CNPJ no. 07.420.337/0001-05, com base no Convenio N.057/2012 – Siconv N. 774488/2012, firmado com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, está selecionando três profissionais para atuar no projeto Criação dos Instrumentos para o Serviço de Certificação Solidária do Sistema Nacional  de Comércio Justo e Solidário.

2.    O processo seletivo dar-se-á conforme o Termo de Referência, anexo a este Edital (anexo I), que dele faz parte integrante.

3.    As inscrições deverão ser realizadas através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , de 20/05/2013 até 23/05/2013.

4.    No ato da inscrição, os(as) profissionais interessados deverão encaminhar o Curriculum Vitae e observar as exigências constantes no item nº 4 do Termo de Referência. 

5.    O processo seletivo será realizado na data de 23 de maio de 2013, e se dará conforme o item nº 5 do Termo de Referência.

 

São Paulo, 17 de maio de 2013.

 

Ana Larronda Asti

Presidente do Conselho de Gestão

FACES do Brasil

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